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Resultados da Falta de Sexo

Já ouviram dizer que mulher mal comida é estressada? E quando um cara tá de mau humor tem sempre um engraçadinho pra perguntar se o sujeito dormiu de calças jeans, já perceberam? Que sexo relaxa, todo mundo já sabe. E que a falta dele nos deixa beliscando azulejo também é de conhecimento geral. Mas recentemente descobri que isso já foi objeto de estudos científicos. Tava conversando com um amigo sobre o massageador erótico que certa marca de eletrônicos lançou, porque o negócio é um loosho de design e deve fazer loucuras, daí ele me contou que viu um documentário sobre como surgiram os vibradores. Segundo ele, os vibradores eram utilizados por médicos em pacientes que supostamente sofriam de histeria. Curiosa que sou, fui googlar pra descobrir se o babado era esse mesmo e encontrei reportagens interessantes sobre o tal tratamento e sobre a então invenção dos vibradores.
Pra que vocês possam entender o que tem a ver uma coisa com a outra, voltemos a Hipócrates, o pai da Medicina, que denominou o mal como histeria feminina. Acreditava-se que a histeria era causada por conta do descontrole feminino, e então descobriu-se que uma certa “massagem” na vulva era capaz de ao menos cessar a crise. Só que não existia vibrador, então a massagem era manual mesmo. Como a histeria é considerada uma doença crônica, os ataques eram constantes, portanto quem aplicava o tratamento tinha uma clientela fiel. Não sei porque diabos a mulherada da época não se ligou que elas poderiam fazer o trabalho por si e resolver o problema sem sair de casa, sem pagar, mas daí creio que entraríamos num assunto muito mais complexo, já que os tabus sobre a sexualidade feminina sempre foram presentes na história. Ou elas faziam e ninguém sabe, ou a mão do médico era mais gostosinha.
O tal tratamento era eficaz, só que como um médico gastava em média uma hora pra ‘acalmar’ cada paciente, a tecnologia entrou na história. Foi então que, a pedido de franceses – sempre eles, neah?! – um relojoeiro suíço criou um vibrador a corda. Daí por diante, foi só alegria. O que um médico demorava uma hora pra fazer, o vibrador resolvia em 10 minutos. E a essa altura, os tais médicos assumiram que o tratamento era ’sexual’, mas não podiam deixar as pacientes na mão…
Passou-se então a encomendar os próprios vibradores, que depois foram produzidos em massa e ao longo do tempo o brinquedinho deixou de ser um aparato aplicado à Medicina, pra virar o que virou. Sobre essa história toda, existem livros – o da Dra. Rachel Maines, A Tecnologia do Orgasmo: Histeria, o Vibrador e a Satisfação Sexual das Mulheres, que inclusive foi fonte pro documentário Paixão e poder: a tecnologia do orgasmo; e o livro Godes’ Story (trocadilho com o nome do filme Toy Story e a palavra “godemichet”, “consolo” em francês), do jornalista Christian Marmonnier – que falam da histeria feminina, do orgamos, dos vibradores e a junção disso tudo.
Histeria e vibradores à parte, o estresse por falta de créu tem fundamento. Mulheres insatisfeitas sexualmente são um capeta de saias. Não que essa seja a única justificativa – TPM, trabalho, cólicas menstruais, família – tudo isso nos estressa. E é claro que isso não se aplica só às mulheres. Homens que não estão com a vida sexual em dia tendem a ser os piores chefes, os motoristas mais barraqueiros, e os tiozinhos mais inconvenientes, daqueles que quando veem um rabo de saia, soltam pérolas dignas do departamento de construção civil. Mas sexo faz diferença, sim, no nosso humor, nos nossos nervos, músculos, na nossa forma de tratar as pessoas que convivem com a gente. Concordam?

Veja agora a mais recente prova de que sexo altera e muito a personalidade das pessoas



Via Revista Epoca/Diario de m solteiro/

Doorgas Mano

Droga (do francês drogue, provavelmente do neerlandês droog, "seco, coisa seca"), narcótico, entorpecente ou estupefaciente são termos que denominam substâncias químicas que produzem alterações dos sentidos. Não dos sentidos né, as drogas alteram mais que isso, a pele é uma delas, conheço pessoas que envelheceram 20 anos por causa de crack principalmente. Nunca cai nessa e se você conhece alguém que utiliza drogas mostre essa galeria a ela ve se ajuda.

Via @insonia

Doe Sangue. Doe Vida.

Mesmo com todos os avanços da medicina, ainda não se descobriu um substituto para o sangue humano, que é utilizado nos mais diversos casos, desde acidentes de trânsito a pacientes cardíacos e qualquer pessoa que se submeta a uma cirurgia com riscos de sangramento. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o ideal é que 5% da população doe sangue pelo menos uma vez por ano. No Brasil, essa taxa é de apenas 2%.
Os bancos de sangue de todo o País estão sempre com déficit de abastecimento. Uma das causas do problema é a falta de informação da maioria das pessoas, que cercam a doação de sangue de mitos, entre os quais de que o sangue engrossa ou afina após a doação.
Em vez disso, o ato de doar sangue traz benefícios a sua saúde. Segundo o médico Guilherme Deucher, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Ortomolecular (Sobramo), "um estudo realizado na Finlândia mostra que a doação pode diminuir em 86% os riscos de problemas cardiovasculares no homem. A relação entre doação e a diminuição das doenças cardíacas está ligada ao excesso de ferro acumulado no sangue, que se torna um potencial agente oxidante, atuando como catalisador da geração de radicais livres, substâncias tóxicas produzidas pelo organismo".
Já as mulheres têm este risco naturalmente diminuído durante o período menstrual, que elimina o excedente de ferro acumulado no sangue.
Levando em conta todos esses números, a VivaSaúde procurou a Fundação Pró-Sangue, maior hemocentro da América Latina, para obter orientações e esclarecimentos de dúvidas, que podem ser suas.

Alguns mitos levantados por pessoas sem a devida instrução têm colaborado para que os hemocentros recebam menos doadores. Entre eles estão:

- Quem doa sangue uma vez tem que continuar doando pelo resto da vida;

- A doação "engrossa" o sangue, entupindo as veias;

- A doação faz o sangue "afinar", "virar água", provocando anemia;

- Doar sangue engorda;

- Doar sangue emagrece;

- Doar sangue vicia;

- Mulheres menstruadas não podem doar sangue;

- "Posso ficar sem sangue suficiente";

- Os doadores correm risco de contaminação.

Segundo Vânia de Oliveira, da Fundação Pró-Sangue, o doador não corre nenhum dos riscos citados acima. "A reposição do plasma leva 24 horas e os glóbulos vermelhos se reproduzem em quatro semanas. Entretanto, para o organismo atingir o mesmo nível de ferro que apresentava antes da doação, são necessários de 40 a 60 dias para os homens e de 50 a 90 dias para as mulheres. Todas as exigências de higiene são seguidas a risca para que o voluntário, o receptor e a equipe não corram risco de contaminação", acrescenta.

Hemorio
www.hemorio.rj.gov.br
Rua Frei Caneca, 8
Rio de Janeiro - RJ, 20211-030
(0xx)21 2224-7030

Eu, André de Castro, criador e escritor do blog Carioca Nerd sou doador de sangue. É um procedimento que leva em em media 5min e que salva vidas. Essa história de que o sangue fica parado em um deposito estragando é mentira, acidentes acorrem diariamente e pessoas precisam de doações. Repasse esta mensagem e de um basta aos mitos que impedem pessoas a doar sangue. Doe Sangue. Doe Vida