Efeito Ryokoo Basho Tenki

Esse Jutsu consiste na Viagem pelo Tempo-Espaço. Uchiha Madara pode transportar partes de seu corpo, ou o corpo inteiro, através do Tempo-Espaço deixando-o intangível. Nenhum jutsu do mundo Shinobi acerta Uchiha Madara com esse jutsu. Essa técnica também pode ser utilizada na locomoção, teletransportando-se de um ponto para o outro, em uma velocidade incrível, aparentemente à Velocidade da Luz e comparada ao jutsu de Yondaime.
Através de uma combinação de efeitos oculares nossa mente também pode criar o efeito Ryokoo Basho Tenki, é por um curto espaço de tempo e é necessario que o usuario se entregue ao efeito para que possa ter uma real visualização da tecnica. Aprenda abaixo como fazer.

Fresh Prince of Persia

Sim o ator will smith não esta aposentado ele esta um pouco longe das telinhas porque esta trabalhando em seu mas novo sucesso, era segredo até agora mas vazou na internet o primeiro cartaz do filme. Alguém ai esta ancioso para ver?

E o professor Xavier continua...

Depois de muito utilizar o cerebro em busca de novos mutantes para o novo filme do X-men (que é uma merda) foram divulgados dois que não foram no ar.

Eduardo e Mônica - O filme


Essa música todo mundo conhece, mas e o video que a vivo produziu em homenagem ao dia dos namorados, você também já viu?








Eduardo e Mônica
Legião Urbana
Composição : Renato Russo

Quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?

Eduardo abriu os olhos, mas não quis se levantar
Ficou deitado e viu que horas eram
Enquanto Mônica tomava um conhaque
No outro canto da cidade, como eles disseram

Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer
E conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer
Um carinha do cursinho do Eduardo que disse
"Tem uma festa legal, e a gente quer se divertir"

Festa estranha, com gente esquisita
"Eu não tô legal", não agüento mais birita"
E a Mônica riu, e quis saber um pouco mais
Sobre o boyzinho que tentava impressionar
E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa
"É quase duas, eu vou me ferrar"

Eduardo e Mônica trocaram telefone
Depois telefonaram e decidiram se encontrar
O Eduardo sugeriu uma lanchonete
Mas a Mônica queria ver o filme do Godard

Se encontraram então no parque da cidade
A Mônica de moto e o Eduardo de "camelo"
O Eduardo achou estranho, e melhor não comentar
Mas a menina tinha tinta no cabelo

Eduardo e Mônica eram nada parecidos
Ela era de Leão e ele tinha dezesseis
Ela fazia Medicina e falava alemão
E ele ainda nas aulinhas de inglês

Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus
Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud
E o Eduardo gostava de novela
E jogava futebol-de-botão com seu avô

Ela falava coisas sobre o Planalto Central
Também magia e meditação
E o Eduardo ainda tava no esquema
Escola, cinema, clube, televisão

E mesmo com tudo diferente, veio mesmo, de repente
Uma vontade de se ver
E os dois se encontravam todo dia
E a vontade crescia, como tinha de ser

Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia
Teatro, artesanato, e foram viajar
A Mônica explicava pro Eduardo
Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar

Ele aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer
E decidiu trabalhar (não!)
E ela se formou no mesmo mês
Que ele passou no vestibular

E os dois comemoraram juntos
E também brigaram juntos, muitas vezes depois
E todo mundo diz que ele completa ela
E vice-versa, que nem feijão com arroz

Construíram uma casa há uns dois anos atrás
Mais ou menos quando os gêmeos vieram
Batalharam grana, seguraram legal
A barra mais pesada que tiveram

Eduardo e Mônica voltaram pra Brasília
E a nossa amizade dá saudade no verão
Só que nessas férias, não vão viajar
Porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação

E quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?

Gambiarra, você está fazendo isto certo!

Segundo o dicionário Hoauiss (2001), o termo gambiarra tem etimologia de origem "contraditória e duvidosa". Nos principais dicionários brasileiros, a primeira acepção para o termo gambiarra é "uma ramificação ou extensão de luzes". Apesar do evidente e difundido uso informal do termo no Brasil, visto como uma forma de "improvisação", nenhum destes dicionários inclui qualquer acepção que se refira precisamente a este significado. Entendeu? Se não, assista um ou dois episódios de magaiver que tu vai entender.
Veja agora algumas das gambiarras mais fail que existem:

Adoro essa batata!
Até Na Escola
Se pintar ninguém percebe
Sistema moderno anti-roubo
Todo mundo que é um pc da Apple
Só faltou o detergente do outro lado
E nem precisa de oleo
Carro do boneco assassino
É Carro pra canhoto isso?

Resultados da Falta de Sexo

Já ouviram dizer que mulher mal comida é estressada? E quando um cara tá de mau humor tem sempre um engraçadinho pra perguntar se o sujeito dormiu de calças jeans, já perceberam? Que sexo relaxa, todo mundo já sabe. E que a falta dele nos deixa beliscando azulejo também é de conhecimento geral. Mas recentemente descobri que isso já foi objeto de estudos científicos. Tava conversando com um amigo sobre o massageador erótico que certa marca de eletrônicos lançou, porque o negócio é um loosho de design e deve fazer loucuras, daí ele me contou que viu um documentário sobre como surgiram os vibradores. Segundo ele, os vibradores eram utilizados por médicos em pacientes que supostamente sofriam de histeria. Curiosa que sou, fui googlar pra descobrir se o babado era esse mesmo e encontrei reportagens interessantes sobre o tal tratamento e sobre a então invenção dos vibradores.
Pra que vocês possam entender o que tem a ver uma coisa com a outra, voltemos a Hipócrates, o pai da Medicina, que denominou o mal como histeria feminina. Acreditava-se que a histeria era causada por conta do descontrole feminino, e então descobriu-se que uma certa “massagem” na vulva era capaz de ao menos cessar a crise. Só que não existia vibrador, então a massagem era manual mesmo. Como a histeria é considerada uma doença crônica, os ataques eram constantes, portanto quem aplicava o tratamento tinha uma clientela fiel. Não sei porque diabos a mulherada da época não se ligou que elas poderiam fazer o trabalho por si e resolver o problema sem sair de casa, sem pagar, mas daí creio que entraríamos num assunto muito mais complexo, já que os tabus sobre a sexualidade feminina sempre foram presentes na história. Ou elas faziam e ninguém sabe, ou a mão do médico era mais gostosinha.
O tal tratamento era eficaz, só que como um médico gastava em média uma hora pra ‘acalmar’ cada paciente, a tecnologia entrou na história. Foi então que, a pedido de franceses – sempre eles, neah?! – um relojoeiro suíço criou um vibrador a corda. Daí por diante, foi só alegria. O que um médico demorava uma hora pra fazer, o vibrador resolvia em 10 minutos. E a essa altura, os tais médicos assumiram que o tratamento era ’sexual’, mas não podiam deixar as pacientes na mão…
Passou-se então a encomendar os próprios vibradores, que depois foram produzidos em massa e ao longo do tempo o brinquedinho deixou de ser um aparato aplicado à Medicina, pra virar o que virou. Sobre essa história toda, existem livros – o da Dra. Rachel Maines, A Tecnologia do Orgasmo: Histeria, o Vibrador e a Satisfação Sexual das Mulheres, que inclusive foi fonte pro documentário Paixão e poder: a tecnologia do orgasmo; e o livro Godes’ Story (trocadilho com o nome do filme Toy Story e a palavra “godemichet”, “consolo” em francês), do jornalista Christian Marmonnier – que falam da histeria feminina, do orgamos, dos vibradores e a junção disso tudo.
Histeria e vibradores à parte, o estresse por falta de créu tem fundamento. Mulheres insatisfeitas sexualmente são um capeta de saias. Não que essa seja a única justificativa – TPM, trabalho, cólicas menstruais, família – tudo isso nos estressa. E é claro que isso não se aplica só às mulheres. Homens que não estão com a vida sexual em dia tendem a ser os piores chefes, os motoristas mais barraqueiros, e os tiozinhos mais inconvenientes, daqueles que quando veem um rabo de saia, soltam pérolas dignas do departamento de construção civil. Mas sexo faz diferença, sim, no nosso humor, nos nossos nervos, músculos, na nossa forma de tratar as pessoas que convivem com a gente. Concordam?

Veja agora a mais recente prova de que sexo altera e muito a personalidade das pessoas



Via Revista Epoca/Diario de m solteiro/