10 coisas para se fazer no banheiro

1 – Grite desesperadamente por socorro, até que alguém pergunte se esta tudo bem e então diga que seu cocô não quer sair.
2 – Quando alguém for secar as mãos, passe na frente dela e fique por um bom tempo, não sem antes ficar olhando para o toalheiro e ficar falando pra ele: “Me dá um papel, pra limpar a mão outro pra escrever uma carta.”
3 – Finja espionar a pessoa do lado (caso seja mictório).
4 – Entre numa cabine e depois saia e diga bem alto para que todos escutem: “Putz, que águinha mais refrescante essa. Muito boa!”.
5 – Após sair de uma cabine, aborde a primeira pessoa que ver e diga que nunca teve uma caganeira tão forte em toda a sua vida como a que teve e diga detalhes nojentos.
6 – Coloque uma placa de “Consultório” na porta de uma cabine e fique lá com a porta entreaberta, para quem entrar diga: “O Doutor saiu. Quer deixar recado?” ou “Consultório… boa tarde em que posso ajudá-lo?”.
7 – Entre numa cabine e comece a gritar: “Isso, não pare! Continue! Desse Jeito!”.
8 – Entre numa cabine, sente-se na privada em posição de índio, com a porta aberta e coloque uma placa, dizendo: “Pessoa meditando, por favor, silêncio.” E faça barulhos estranhos tipo aooooooann aoooooonnnn.
9 – Na porta do banheiro pergunte às pessoas: “Vocês têm reserva?”.
E por último, mas não menos importante…
10 – Leve um purificador de ar para o banheiro, quando as pessoas saírem da cabine, jogue-o dentro da cabine e diga à pessoa que acabou de sair e para quem quiser ouvir que estava quase morrendo com o mau cheiro, pergunte se ela cagou um gato morto.
Via @osprofanos

10 pensamentos de homer simpsons


Dez frases de Homer Simpson, o pensador do século 21!

-> 10. Operador! Me dê o número do 911!

-> 9. Eu não sou normalmente alguém que ora, mas se você estiver aí em cima, por favor me salve Superman.

-> 8. Filho, quando você participa de eventos esportivos, não importa vencer ou perder: ÿ de quão bêbado você fica.

-> 7. [Encontrando Aliens] Por favor, não me comam! Eu tenho mulher e filhos. Comam eles!

-> 6. Lisa, vampiros são faz-de-conta, como elfos, gremlins e eskimós.

-> 5. Se algo está dando errado, culpe o cara que não fala inglês.

-> 4. Quando eu vejo os sorrisos nas faces das crianças, eu sei que elas estão aprontando alguma coisa.

-> 3. Eu não sou um cara mau! Eu trabalho duro e amo meus filhos.Então porquê eu deveria desperdiçar meio domingo ouvindo sobre como eu vou para o inferno?

-> 2. Pai você fez um monte de coisas maravilhosas, mas você é um cara muito velho, e gente muito velha é inútil.

-> 1. Bart, com $10.000 nós seremos milionários! Nós poderíamos comprar todo tipo de coisas úteis como…Amor!

recebi por email
Thanks Julia

Call of Duty: Modern Warfare 2

Call of Duty: Modern Warfare 2 em uma Análise mais delineada do modo campanha.

Call of Duty: Modern Warfare 2 é um shooter, ou Tiro em Primeira Pessoa. É o sexto jogo relacionado à série Call of Duty, e é o jogo mais bem sucedido de todos os tempos na indústria do entretenimento. E entre os cenários do jogo está o Rio de Janeiro.

Durante a campanha, você passa pela “pele” de cinco pesonagens diferentes da história. Durante a maior parte do jogo, assume-se o papel do sargento Gary "Roach" Sanderson, membro de um esquadrão de elite multi nacional conhecido como Task Force 141. O jogador entretanto começa como o primeiro-soldado raso Joseph Allen, um Ranger estacionado no Afeganistão que posteriormente torna-se um agente secreto da CIA sob o codinome de "Alexei Borodin”. O soldado James Ramirez, membro do 75th Ranger Regiment estacionado nos Estados Unidos, serve como o personagem jogável durante a defesa da costa leste dos EUA contra uma invasão russa. O jogador também assume brevemente o papel de um astronauta anônimo na Estação Espacial Internacional durante uma EVA momentos antes da destruição da estação.

Já faz algo tempo que joguei, mas ainda lembro de cada detalhe, de cada sitação. Não sou um conhecedor da arte de fazer game, mas sim da arte de jogar, e aqui passarei minha impressão sobre um dos maiores sucessos dos últimos tempos.

Modern Warfare 2 é uma experiência extraordinária, super excitante e ao mesmo tempo assustadora. A história é um pouco confusa, mas ao término do jogo tudo se explana de uma forma natural. A tensão imposta em algumas partes do jogo faz você se sentir dentro da trama, semelhante a impressão passada pelo cinema, só que aqui com a interatividade. Dizem que no X Box 360, os belissímos gráficos são mais fáceis de se notar, eu não vejo nenhuma diferença, tenho o X Box, mas já joguei também no console da Sony, a experiência é similar, no sentido ótimo da palavra.

Os combates são super dinâmicos, a representação das áreas em que se passa o enredo é bem trabalhado. Não acrescenta muito ao que se vê em outros jogos da serie, mas os efeitos melhoraram bastante. A parte jogada no Rio de Janeiro é singular e impagável. Diálogos, ou melhor, xingamentos em português, favelas incrivelmente detalhadas, parece até que estamos jogando com Zé Pequeno ou Mané Galinha.

A jogabilidade continua impecável, com comandos simples e bem sucintos. O jogo também é bem curto, como já é de praxe na série, que aposta mais em outros modos do jogo.


Enfim, recomendadissimo para quem está afim de uma atividade agradável, uma historia confusa, mas por um breve momento apenas. Uma boa experiência tanto pra jogadores hardcord como novatos, mas para qualquer um que aprecie a arte de jogar videogame.


Vou não, quero não, plagiei não

A música que será a mais tocada nesse verão, segundo o Fantástico de 24.01.2011, será “Minha mulher não deixa não”, sucesso inclusive na internet, visualizado milhões de vezes no Youtube (“Não vou não, quero não, posso não”).
Mas o compositor pernambucano Marco Shele diz que a música é um plágio de uma canção que existe há mais de 5 anos, gravada e registrada pela Fundação Biblioteca Nacional de Pernambuco em 2006. O plágio, legalmente, acontece quando uma musica lembra a outra em pelo menos 10% da letra ou oito compassos copiados, mas a decisão final tem que ser de um juiz, depois do caso ser levado à justiça.
Para Marco Shele, houve apenas uma pequena alteração na letra de “mãe” pra “mulher”, e a produção do Programa do Gugu levantou essa questão em seu programa ontem [24.01.2011] devido à enorme semelhança da música que anteriormente se tornara sucesso com a canção da Turma do Zé Alegria, de Marco Shele.
Na tarde deste domingo, 24.01.2011, o grupo veio ao palco do Programa do Gugu. “Não vou não, quero não, posso não” seria, segundo a matéria ao vivo, da Turma do Zé Alegria, que cantou a canção mostrando a enorme semelhança.




Mauricio Ricardo sobre a questão



Versão original da música


O Plágio é crime e está previsto na lei N° 9610 sobre direitos autorais.

1/2 Via @cabrunco 

Ser Nerd Agora é Sexy…

Já foi a época em que ser Nerd era algo ruim. Hoje em dia ser Nerd virou símbolo cult e as pessoas lutam para se tornarem Nerds… Ok, isso é exagero mas quem é Geek normalmente tem orgulho disso, pelo menos eu tenho…

Acho que eu já escrevi isso aqui mas é incrível como as garotas ultimamente estão gostando de Nerds. (Minha namorada que o diga.) Elas devem ter percebido como nós Nerds dominaremos a tecnologia e o mercado no Futuro e decidiram ficar com aqueles que fornecerão fontes vitalícias de Sapatos e Jóias em troca de alguns beijos…

Filosofias a parte eu fiz esse post por causa desse vídeo aqui embaixo. Algum Nerd fã juntou diversos trechos de episódios de The Big Bang Theory com a música “Sexyback” no intuito de mostrar que ser Nerd Agora é Sexy…

Confira e Comente…





Via @bitscaverna

Bota o cavalinho do panico ae

Caramba ae, que tal um baita fora ao vivo, em? a repórter quis tentar tirar um onda com a garota pensando que era fácil, ai começa um bate boca com educação sabe, aquele a professora faz em frente das crianças, em vez de chamar de filho da P*** chama de herdeiro de uma mulher que é mal vista pela sociedade por ter uma das profissões mais antigas do mundo e que mesmo assim ainda não é aceita, deu pra entender né. O bom é a cara de tacho que a repórter fica no final, acho que ela não sabia se terminar a matéria, se xingava a entrevista ou se caia na porrada com a guria ali mesmo.